Como funciona o atendimento da GPM
Do primeiro contato até a decisão do INSS, você sabe o que acontece em cada etapa: o que precisa fazer, o que fica com a gente e o que depende só do INSS.
Análise gratuita e sem compromisso. Prefere o WhatsApp?
Quatro etapas, do primeiro contato à decisão do INSS.
Você não precisa entender de INSS. Em cada etapa, fica claro o que é a sua parte e o que é a parte da GPM.
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Conte o seu caso
Pelas três perguntas da análise no site ou por uma conversa no WhatsApp. Nesta hora não precisa de documento nem de termo técnico.
- Sua parte: contar o que aconteceu, quando foi e o que ficou de sequela.
- Parte da GPM: ler com atenção e responder. Do outro lado tem gente de verdade, não robô.
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Receba a análise gratuita
Olhamos duas coisas: o seu histórico no INSS e o que ficou do acidente. O histórico está no CNIS, o extrato das suas contribuições no INSS, que mostra onde e quando você trabalhou registrado.
- Sua parte: passar os dados que a equipe pedir e contar quais laudos e exames você já tem.
- Parte da GPM: conferir se você estava coberto pelo INSS na data do acidente e se o seu tipo de vínculo dá direito ao benefício. Depois, dizer com franqueza se vale seguir.
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Organize os documentos
Com o caso analisado, dizemos exatamente quais papéis buscar. Em geral entram os documentos pessoais, a carteira de trabalho e os papéis médicos que mostram a sequela: laudos, exames, receitas e relatórios.
- Sua parte: reunir o que estiver na lista e enviar para a equipe.
- Parte da GPM: conferir cada documento, apontar o que falta e organizar tudo antes do pedido. Documentação incompleta é um motivo comum de negativa.
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Acompanhe o pedido
Damos entrada no pedido no INSS e acompanhamos até a decisão. No meio do caminho vem a perícia médica, em que o médico perito do INSS avalia a sequela.
- Sua parte: ir à perícia no dia marcado e avisar a equipe sempre que receber algum comunicado do INSS.
- Parte da GPM: dar entrada no pedido, preparar você para a perícia e avisar a cada movimentação, sem você precisar ficar ligando.
O que a análise confere, com franqueza
Não existe número mínimo de contribuições para o auxílio-acidente. Mas é preciso estar coberto pelo INSS na data do acidente. Essa proteção continua por um tempo mesmo depois que o registro acaba: é o chamado período de graça.
Também conta o tipo de vínculo que você tinha naquele dia. A lei prevê o benefício para o empregado com carteira assinada, o empregado doméstico, o trabalhador avulso e o segurado especial, como o trabalhador rural que trabalha com a família. Já quem contribuía só como autônomo, MEI ou contribuinte facultativo não tem direito: essas categorias não estão na lista da lei.
Se o seu caso não se encaixar, a GPM avisa na análise e, se houver outro caminho, diz qual é.
Entender quem tem direitoO que está com a GPM e o que depende do INSS.
Ser claro sobre isso evita falsa expectativa. A GPM prepara tudo o que dá para preparar. A decisão é sempre do INSS.
O que a GPM faz
- Analisa o seu histórico no INSS e o que ficou do acidente, sem custo
- Diz quais documentos buscar e confere cada um
- Dá entrada no pedido no INSS
- Prepara você para a perícia médica
- Acompanha o pedido e avisa você a cada movimentação
- Se o pedido for negado, analisa o motivo e orienta o próximo passo
O que depende do INSS
- Marcar a data e o local da perícia médica
- Fazer a perícia: quem examina você é o médico perito do INSS
- Decidir se o benefício é concedido
- O prazo de análise, que muda conforme a agência e a fila de perícia da sua região. Por isso a GPM não promete prazo.
- Calcular o valor, que depende do seu histórico de contribuições
Como se preparar para a perícia do INSS.
O INSS precisa confirmar a sequela por perícia médica. Antes da data, a equipe passa com você o que levar e o que não esquecer de mostrar ao perito. Estas são as orientações básicas.
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Leve documento e papéis médicos
Documento oficial com foto e todos os laudos, exames, receitas e relatórios sobre o acidente e a sequela. Leve tudo o que tiver.
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Organize por data
Do atendimento no dia do acidente até o exame mais recente. Assim fica fácil mostrar o caminho da lesão até a sequela.
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Anote as limitações antes
O que você não consegue mais fazer, ou faz com dor ou mais devagar? Carregar peso, ficar muito tempo em pé, segurar uma ferramenta. Exemplos concretos ajudam.
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Explique o seu trabalho
O benefício olha a dificuldade para o trabalho que você fazia. Conte o que a sua função exige e o que ficou mais difícil depois do acidente.
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Fale a verdade, sem aumentar nem diminuir
Muita gente responde “estou bem” por costume. Descreva a limitação como ela é, nem mais, nem menos.
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Chegue com antecedência
Saia com folga para não perder o horário. Se algum imprevisto impedir você de ir, fale com a equipe antes da data.
Pelo celular, de qualquer lugar, ou no escritório.
Você escolhe como prefere. As etapas são as mesmas nos dois casos.
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À distância, para todo o Brasil
Pelo WhatsApp ou por e-mail, sem precisar vir a São Paulo. A perícia acontece na data e no local que o INSS marcar.
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Presencial, em São Paulo
Rua Itapura, 239, 12º andar, sala 1203. De segunda a sexta, das 9h às 18h.
Quanto custa para começar?
A análise do seu caso é gratuita, e dar entrada no INSS não tem taxa: por lei, pedir um benefício não custa nada a ninguém.
Se houver qualquer combinação de valores para o caso de o benefício sair, ela é apresentada em contrato e explicada antes de você assinar. Sem taxa de abertura, sem cadastro, sem letra miúda.
é o que sai do seu bolso para descobrir se você tem direito e para dar entrada no pedido.
Uma negativa nem sempre é o fim.
Muitas negativas vêm de documentação incompleta ou de perícia mal instruída. Antes de desistir, vale entender o motivo. O mesmo serve para quem recebeu uma negativa no passado e deixou para lá.
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Analisamos o motivo
Lemos a decisão do INSS com você e explicamos, em palavras simples, por que o pedido foi negado.
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Recurso ou novo pedido
Quando há o que corrigir ou comprovar, o caminho pode ser um recurso administrativo, que é apresentado ao próprio INSS e não passa pela Justiça, ou um novo pedido com a documentação completa. Não deixe para depois: fale com a equipe assim que receber a decisão.
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Se precisar de medida judicial
Se o caso precisar de medida judicial, explicamos e encaminhamos.
Descobrir se você tem direito não custa nada.
E não compromete você a nada.
Atendimento pelo WhatsApp (11) 99578-7496 · seg a sex, 9h às 18h


